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PF apreende carros de luxo, lanchas e cumpre mandados em operação contra crimes financeiros de R$ 2,5 bilhões

Por Redação em 11/05/2021 às 16:08:08

opera√ß√£o contra crimes financeiros e lavagem de dinheiro que causaram um prejuízo de R$ 2,5 bilh√Ķes. O objetivo da organiza√ß√£o, segundo a investiga√ß√£o, era sustentar os integrantes do grupo em "padr√£o cinematogr√°fico" com a compra de veículos de luxo, imóveis, lancha e até patrocínio de esporte automobilístico.

A a√ß√£o é conjunta com a Receita Federal e Ministério Público Federal (MPF). Ao todo, s√£o cumpridos 15 mandados de pris√£o e 70 de busca e apreens√£o em dez municípios de quatro estados do Brasil. Além disso, foi determinado o afastamento de um delegado da Polícia Federal do exercício do cargo. As ordens foram expedidas pela 1¬™ Vara Federal de Campinas. Veja as cidades:

Fortaleza (CE)
Aquiraz (CE)
Brasília (DF)
Paraty (RJ)
Guaruj√° (SP)
S√£o Paulo (SP)
Campinas (SP)
Valinhos (SP)
Indaiatuba (SP)
Sumaré (SP)

A opera√ß√£o recebeu o nome de Black Flag. Pelo menos 220 policiais federais e 50 servidores da Receita Federal participam da a√ß√£o. Entre as medidas cumpridas nesta ter√ßa, est√° o bloqueio de contas e investimentos no valor de R$ 261 milh√Ķes, sequestro de bens imóveis e congelamento de transfer√™ncias de bens móveis.

Em Campinas, os mandados s√£o cumpridos em escritórios, resid√™ncias e até um SPA localizado no Cambuí, um dos bairros nobres da metrópole. Durante as buscas, pelo menos dez carros de luxo, entre eles Porsche, BMW, Mercedes-Benz, Land Rover e Volvo, foram apreendidos e encaminhados à sede da PF na cidade.

De acordo com a Polícia Federal, a investiga√ß√£o come√ßou h√° dois anos e as fraudes foram descobertas a partir de a√ß√Ķes da Receita, que verificou "movimenta√ß√Ķes financeiras suspeitas". Com a instaura√ß√£o do inquérito, a corpora√ß√£o descobriu "uma complexa rede de pessoas física e jurídicas fictícias" na regi√£o de Campinas respons√°vel por movimentar o valor bilion√°rio em opera√ß√Ķes financeiras.

Para proteger o patrimônio, foram criadas empresas para assumir a propriedade de bens e blindar o grupo de eventuais a√ß√Ķes fiscais. Os créditos j√° apurados pela Receita Federal ultrapassam R$ 150 milh√Ķes. A origem dos recursos que iniciaram o sistema de fraude é pública, considerando que a primeira companhia fictícia obteve um contrato com uma ag√™ncia de fomento econômico estatal e outro com a Caixa Econômica Federal, no valor total de R$ 73 milh√Ķes.

Segundo a Receita Federal, a participa√ß√£o inclui um grande grupo de profissionais, como advogados e contadores, além de respons√°veis por falsifica√ß√£o de documentos. Recentemente, o respons√°vel pela organiza√ß√£o passou a atuar no ramo de energia solar e criou uma Offshore - empresa em país de baixa tributa√ß√£o - para justificar a origem do dinheiro.

O nome da opera√ß√£o, Black Flag (bandeira preta, em ingl√™s), é uma alus√£o ao término das atividades ilegais da organiza√ß√£o através da a√ß√£o da polícia, assim como acontece na desclassifica√ß√£o de corredores automobilísticos que descumprem regras do regulamento e recebem a bandeirada preta. A refer√™ncia é porque parte dos recursos dos desvios financiava o esporte automobilístico dos principais investigados.

Os envolvidos responder√£o pelos crimes de lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro, crimes contra a ordem tribut√°ria, estelionato, falsidade ideológica e material e organiza√ß√£o criminosa, de acordo com a PF.

Fonte: quixeramobimagora.blogspot.com e (Do G1-CE)

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